terça-feira, 5 de novembro de 2013



“A empatia não é o mais forte dos sentimentos, mas é seguramente o mais subtil e delicado. Não importa o afastamento, o tempo ou a distância. Quando existe empatia, o reencontro é de cada vez tão intenso e agradável como da primeira vez. Parece retomar no ponto exacto em que foi interrompido. E mais: empatia implica reconhecimento. Dir-se-ia que se conhece a outra pessoa de outros lugares e momentos, ainda que nunca se a tenha visto. Funciona como um alarme sem toque. Um fogo sem chamas. Um apego sem explicação, e talvez por essa razão sempre sorrimos quando lembramos ou revemos essa pessoa. Mas empatia é sobretudo uma ligação onde não se espera nada, porque inexplicavelmente já se tem tudo.”


3 comentários:

  1. Contigo não houve empatia à primeira vista para agora será seguramente para a vida. Estarei cá à tua espera quando regressares, quando vieres passar uns dias e se quiseres voltar e depois regressar de novo, estarei cá da mesma forma. Há sentimentos que não se explicam e o meu por ti é estranhamente delicioso e viciante. Fazes-me falta. AMO-TE AMIGA, vai com força e coragem que mesmo a muitos muitos kilometros de distancia eu e a minha empatia estamos cá. Muahhhhhhhhhhhhhhhhhhh

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